Fora de Foco.

Aquilo que escrevo se torna parte de mim.

Realmente não escrevo com a genialidade de Machado de Assis nem com a prosa de José Saramago bem como os romances de Lygia Fagundes Telles, mas menciono minha vida em momentos que vivo sendo eu o construtor de mim mesmo. Ando sempre com pensamentos que possam de alguma forma ajudar minha vida e a vida daqueles que me conhecem. Reconheço minhas falhas onde erro e devo sempre tentar induzir minha vida a não errar, meu passado e presente tornam-se a produzir o meu futuro. Hoje ao acordar lembrei-me de Machado de Vinicius e outros tantos. Até cantei a Rosa essa a de Hiroshima poema lindo de Vinicius de Moraes outro nome a se enaltecer pelas letras que saem da alma onde o homem realiza seus sonhos e vai além do seu tempo. E claro canto mal, mas a rosa essa para mim foi como um foco num mundo fora de foco dai faço um breve canto e que me perdoe Vinicius pela ausência de foco.

Lembrei sim das crianças 
das mudas telepáticas
das cegas inexatas
das mulheres 
rotas alteradas
das feridas
cálidas 
das rosas 
hereditárias 
radioativas
da ignorância estúpida e invalida
da vida sem cor sem perfume 
da vida sem nada


Juvenal Sandro Bispo.



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