terça-feira, 24 de maio de 2016

Liberdade.





E no final das contas eu me lembro de umas passagens da vida.
Aquelas que não aconteceram.
Daquilo que pensei e nem me lembro mais.
Dos sonhos,dos projetos de momentos bons e ruins.Das palavras doces que vem do coração.
Da amargura que fica lá no fundo ,mas que de vez em quando aparece.Me lembro que sou homem,que amo que odeio que dos meus olhos escorrem lagrimas que risadas saem da minha boca como um sorriso da alma. 
Que vou com rumo ou saio sem por ai, que me acho e me perco. Mas que bem lá no fundo quando estou aqui quieto preso nos meus pensamentos. 
Lembro que ainda a muitos pensamentos presos ,dai me solto me vejo me transformo no que sou. 
Seja livre , mas cuidado a liberdade tem um preço seu preço ser feliz.

Liberdade e oque se tem quando a vida começa já lá do outro lado.


Juvenal Sandro 
Bispo.

Desculpe os erros estou no celular andando na rua.

Fora de Foco.

Aquilo que escrevo se torna parte de mim.

Realmente não escrevo com a genialidade de Machado de Assis nem com a prosa de José Saramago bem como os romances de Lygia Fagundes Telles, mas menciono minha vida em momentos que vivo sendo eu o construtor de mim mesmo. Ando sempre com pensamentos que possam de alguma forma ajudar minha vida e a vida daqueles que me conhecem. Reconheço minhas falhas onde erro e devo sempre tentar induzir minha vida a não errar, meu passado e presente tornam-se a produzir o meu futuro. Hoje ao acordar lembrei-me de Machado de Vinicius e outros tantos. Até cantei a Rosa essa a de Hiroshima poema lindo de Vinicius de Moraes outro nome a se enaltecer pelas letras que saem da alma onde o homem realiza seus sonhos e vai além do seu tempo. E claro canto mal, mas a rosa essa para mim foi como um foco num mundo fora de foco dai faço um breve canto e que me perdoe Vinicius pela ausência de foco.

Lembrei sim das crianças 
das mudas telepáticas
das cegas inexatas
das mulheres 
rotas alteradas
das feridas
cálidas 
das rosas 
hereditárias 
radioativas
da ignorância estúpida e invalida
da vida sem cor sem perfume 
da vida sem nada


Juvenal Sandro Bispo.



sábado, 21 de maio de 2016

Somos sementes.

Somos todos sementes plantados em um momento da vida semeados com amor ás vezes com dor, em um solo de vários contextos de muitos contrastes de várias nações. Somos árvores pequenas , grandes roliçàs ou finas.Damos sombra ou então nem sombra fazemos. Somos verduras, vá lá escolha a sua umas bonitas outras feias de vários gostos. Saborosas ou apimentadas, ardemos nós olhos na boca e no nariz.Também somos frutas de varios,sabores, cores e formas que alegram e dão sabores a vida. Sendo assim penso comigo a muito solo para pouca sementes ou a muitas sementes para pouco solo. Todavia a muito sim, um pouco de tudo de várias cores e sabores bendito seja, à até capim pequeno ou grande um verde sem fim. Somos do mundo e à um mundo em nós somos brasileiros somos tupiniquins que viva esse povo que a terra semeia com alegria ou choro na luta ou na paz . Somos filhos de Deus ou então a quem goste de Deuses mas no final somos sementes que brotam da terra e que um dia saberemos que desta terra que nascemos crescemos e vivemos , para lá sim voltaremos.
Juvenal Sandro Bispo.


Os que em lágrimas semeiam, em júbilo ceifarão!  Aquele que parte chorando, enquanto lança a semente, retornará entoando cânticos de louvor, trazendo seus feixes. - Bíblia KJA Offlin

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Tranquilidade.


A um sentido na vida que me chama a atenção estar tranquilo diante das adversidades.
Contribuir com o contexto da vida elevando meus pensamentos a um patamar em que possa sentir a paz que habita na imensidão do universo. Qual e seu sentido de paz encontre-o  onde estiver , mas sobre tudo revele ao mundo que sua paz e beneficio de amar ao próximo.

O fim da bolsa sindicato.

O Imposto sindical criado para sustentar a pelegada foi contestada por uma ADI. A confederação nacional das carreiras tipicas do estado di...