Um pais que não conheço.


Um pais que não conheço, um território de homens e mulheres que laboram por uma vida de miséria de falta de cultura de educação. Onde foi parar aquele bastião que tremulava ao vento cheio de beleza de orgulho de um futuro de esperança de igualdade e de paz. Já conheci um pais assim na casa onde nasci no bairro onde morei na sampa para os chegados. Hoje me vejo sem ter o que comentar falar de copa de eleição de corrupção de violência de desemprego de educação saúde já virou a marca publicitária vergonhosa em todas as mídias esse papo de vamos mudar os rumos na eleição já conheço. Temos que mudar a fala os modos a pratica de aceitar tudo que nos cai bem aproveitar dar um jeitinho, um quem indique uma cotinha uma cestinha um tapinha nas costas que nos leva cada vez mais para um rumo incerto, muda Brasil, ou melhor, muda povo seu jeito de pensar de agir de fazer de conta que tudo anda bem de dar as costas para o presente negligenciando o futuro e marcando a vida ainda com os erros do passado vai nessa Brasil vai forte vai fundo, mas vai com autoridade e competência para mudar os rumos desta nação bom sei lá por que escrevi isso , mas ficou uma ideia de um livro que andei lendo Melhores poemas Paulo Leminski.

Razão de ser.

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
e as estrelas lá no céu
lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por que ?

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