Os vários traços desta vida.


O Menestrel de Shakespeare um extraordinário relato sobre as emoções do ser humano retrata em uma das suas partes essa relação entre viver para os outros ou viver para si mesmo ou não viver para nada... E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E ponto final a algumas palavras acima que podemos simplesmente nos perguntar por quê? Podemos definir vários aspectos neste texto vamos lá.
A vida.
A este mundo.
A está sociedade.
A este ventre.
A morte que espreita.
Aos olhos dos cegos.
Dos que enxergam.
Dos que escutam.
Dos que se fazem de surdos.
Dos que caminham.
Dos que não andam.
Dos que falam.
Dos mudos.
Dos que esticam as mãos.
Dos coxos.
Daqueles que atiram as primeiras pedras. Daqueles que as recolhem.
São tantos que não cabem na minha alma em meus pensamentos que sorrateiramente entram em meus sonhos e os transformam em pesadelos. Esse sou eu esse e você, somos-nos que nos calamos ou somos calados.
Que fazemos de conta que é culpa de alguém que se senta em uma cadeira em um escritório amplo.
Que tem tantos porquês para acreditar em um novo amanha.
E que culpamos por que não temos coragem de admitir que a culpa e nossa e de todos de todos os credos de todas as raças de todos os filhos desta terra onde um dia se foi e a noite chegou somos realmente aquilo que sonhamos.
Somos seres desumanos. 

Viva a nossa incapacidade de sermos humanos.

Juvenal.

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