terça-feira, 4 de março de 2014

Educação, cultura e diminuição da fome mundial que é bom nada.



A globalização e liberalização, como motores do crescimento econômico e o desenvolvimento dos países, não reduziram as desigualdades e a pobreza nas últimas décadas, segundo livro divulgado neste sábado pela ONU (Organização das Nações Unidas).

A publicação, que leva o título "Flat World, Big Gaps" (Um Mundo Plano, Grandes Disparidades, em tradução livre), foi editado por Jomo Sundaram, secretário-geral adjunto da ONU para o Desenvolvimento Econômico, e Jacques Baudot, economista especializado em temas de globalização.

Seu lançamento coincide com a realização da 45ª sessão da Comissão sobre Desenvolvimento Social da ONU, que revisa os objetivos da cúpula mundial de Copenhague de 1995.

"A redução da desigualdade não está separada de questões como a pobreza e a falta de emprego", disse Baudot. "A idéia do livro é recuperar e situar como uma prioridade na agenda internacional o vínculo existente entre estes indicadores."

Para Baudot, centrar as atividades para reduzir a pobreza no crescimento econômico conduz a estratégias nacionais e regionais que não respeitam o meio ambiente, outro fator para continuar com a desigualdade e a pobreza.

No trabalho se constata que a distribuição das receitas individuais melhorou levemente, graças ao crescimento econômico na China e Índia, mas mesmo assim a repartição da riqueza mundial piorou e os índices de pobreza se mantiveram sem mudanças entre 1980 e 2000.

A desigualdade na renda per capita aumentou em vários países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) durante essas duas décadas, o que sugere que a desregulação dos mercados teve como resultado uma maior concentração do poder econômico.

O livro indica que a desigualdade econômica nos países do Oriente Médio e o Norte da África não mudou, ao contrário da crença generalizada, mas aumentou na maioria dos outros países em desenvolvimento.

Deste modo, constata que a globalização e a liberalização comercial não ajudou a reduzir a pobreza e a desigualdade na maioria de países da África.

No livro se conclui que só uma pequena porção do crescimento da economia mundial contribuiu na redução da pobreza.

"Houve uma tremenda liberalização financeira e se pensava que o fluxo de capital iria dos países ricos aos pobres, mas ocorreu o contrário", anotou Sundaram.

Como exemplo, citou que os EUA recebem investimentos dos países em desenvolvimento, concretamente nos bônus e obrigações do Tesouro, e em outros setores.
 
Se o martelo for batido, a Titan construirá 11 mil drones alimentados por energia solar capazes de voar por cinco anos sem a necessidade de pouso ou reabastecimento. Segundo a fabricante, os modelos funcionam como "satélites atmosféricos" utilizados para operações mais baratas e versáteis de comunicações em órbita.
Facebook negocia a compra da empresa americana especializada em drones Titan Aerospace por 40 milhões de dólares, informou nesta terça-feira o site especializado em tecnologia TechCrunch. A iniciativa tem um objetivo: usar as pequenas aeronaves não tripuladas para levar internet a países sem conexão com a rede
 
 




Truco.

Inquérito internacional revela que maioria dos europeus e americanos rejeita liderança da Rússia e da China
A maioria dos europeus e os norte-americanos não aprova uma intervenção na Síria.
A 12ª edição do inquérito anual internacional, “Transatlantic Trends”, divulgado hoje, em Lisboa, pela Fundação Luso-Americana (FLAD), revela que 72% dos europeus e 62% dos americanos inquiridos não são a favor de que os seus governos participem no conflito.
Por outro lado, menos de metade dos americanos (47%) diz preferir a democracia à estabilidade nos países de Norte de África e Médio Oriente onde têm ocorrido convulsões sociais, no âmbito da chamada Primavera Árabe. Opinião inversa tem a maioria dos inquiridos europeus: 58% considera a democracia mais importante que a estabilidade, nesses países.
Apesar de tanto europeus como americanos condenarem uma intervenção militar na Síria, liderada e pressionada pela administração Obama, a maioria (55%) dos inquiridos no Velho Continente diz ser desejável que os Estados Unidos exerçam uma forte liderança nos grandes temas globais, sentimento semelhante ao manifestado em 2012. 
De resto, e de acordo com o inquérito, quase três em cada quatro europeus (70%) continuam a ter opinião favorável dos Estados Unidos e 69% aprovam a política internacional do presidente Barack Obama, embora as opiniões em cada um dos países da Europa variem muito. Nesta último ponto, Portugal encontra-se um pouco acima da média, com 75% dos entrevistados a mostrarem-se favoráveis às políticas do chefe de Estado norte-americano.
Por outro lado, o apoio à liderança da União Europeia (UE) na cena mundial também se mantém forte, com 71% dos europeus e 57% dos americanos a afirmar ser desejável uma liderança forte da UE. Dentro do espaço comunitário, esse apoio subiu no Reino Unido (60%), mas desceu na França (68%) e na Espanha (56%).
Já em relação ao peso de outras potências no plano geoestratégico, americanos (46%) e europeus (65%) manifestam oposição a uma liderança global russa. Opiniões negativas sobre a Rússia foram registadas em 59% dos americanos inquiridos, 62% (mais 7 pontos percentuais que em 2012) dos europeus.
A posição é semelhante quando se trata de avaliar uma liderança global chinesa, questão que surgiu pela primeira vez num inquérito “Transatlantic Trends”. Pouco menos de metade dos inquiridos americanos (47%) disse ser algo indesejável, tal como 65% dos europeus. Da mesma forma, 58% dos entrevistados nos Estados Unidos e 60% dos europeus revelaram ter uma visão desfavorável da China


Meio a Meio



O fim da bolsa sindicato.

O Imposto sindical criado para sustentar a pelegada foi contestada por uma ADI. A confederação nacional das carreiras tipicas do estado di...