O peso da cultura!

Hoje tive um dia ímpar ou melhor prazeroso tive um encontro com aquilo que todo ser humano deveria ter um encontro com si mesmo através da cultura , da educação e do saber encontros que não saem da memoria nem do coração ,escritores como Jorge Miguel Marinho,Djalma Lopes Goes, Ilísia Medeiros,Luiz Raul Dodsworth Machado e Daniel Manduruku que trouxeram uma forma de arte e cultura para que pudéssemos refletir sobre a cultura e a educação e sobre literatura cabe a mim destacar também o trabalho de minha nobre amiga Melissa Bueno uma disseminadora da cultura literária na região.Pessoas que de certa forma mudam a maneira de pensar sobre a vida e seus valores pois sobre eles não tenho nenhum questionamento somente agradece-los pelo trabalho realizado hoje e no decorrer de suas vidas obrigado.
Mas quero como sempre reiterar que a cultura tem que ser de certa forma não aplaudida por uma elite mas sim ensinada ,levada as pessoas que nunca puderam colocar um livro em suas mãos pois ler e o alimento da alma dos sonhos quando lemos nos transportamos para um novo mundo para novas realizações pois a leitura cria uma semente que nasce junto com sonhos que se transformam em realidade mudando vidas e levando pessoas a um conhecimento de si mesmas e de outras formas de cultura que possam agregar valores que só nos levam a um maior encontro com nos mesmos tendo assim um continuo e progressivo conhecimento dando maiores condições de vida as pessoas e a aqueles que necessitam de tal conhecimento que hoje e quase ignorado pelo povo e pelo governo como foi bem citado por Djalma Lopes Goes pois o povo necessita de cultura e de boa educação novas formas de incentivo a leitura e a outros meios de cultura como teatro cinema e museus Veja este estudo : 
A pesquisa Inaf do IPM - Instituto Paulo Montenegro - evidencia a situação precária do ensino no país. Segundo a reportagem: "68% [dos brasileiros] são considerados analfabetos funcionais, ou seja, identificam letras e palavras, mas não conseguem usar a leitura no cotidiano"

Destaque da pesquisa: Cerca de 15% dos alfabetizados básicos (que conseguem ler textos curtos) são das "classes A e B. Entre os integrantes deste grupo, 41% vão ao cinema, 72% lêem jornais, 67% revistas e 23% usam o computador."

Ou seja: uma percentagem dos que tem uma limitação na leitura é formada por pessoas que têm dinheiro, e que lêem mas não entendem senão textos curtos. Quantos desses não devem se achar inclusive formadores de opinião?
           
Outro destaque: os números globais mostram que os níveis de analfabetismo têm se mantido praticamente inalterados desde 2001, quando começou a pesquisa! Ou seja: não estamos reduzindo o analfabetismo se considerarmos o fenómeno em toda sua dimensão – analfabetismo absoluto + analfabetismo funcional.

Se o analfabetismo absoluto está diminuindo, como alardeia o governo, então os que outrora não sabiam ler agora pensam que sabem ler(analfabetos funcionais). Haveria apenas uma transferência do grupo dos ignorantes para o grupo dos presunçosos, o que é grave.

É grave, pois só incrementa o risco de manipulação da opinião pública, uma vez que não só grande parte da população não entende o que lê, mas estaria crescendo o número daqueles que se convencem que sabem, quando na verdade apenas engoliram o que lhes foi imposto por meio da mensagem de fácil assimilação. Acrescente-se aí o papel da televisão, que fomenta também uma predisposição à leitura distorcida.

Foi o que se viu, por exemplo, na época da aprovação na Camada dos Deputados da Lei de Biossegurança, quando o bombardeio de slogans pela imprensa e a distorção clara da realidade (por exemplo, a indistinção entre células adultas e embrionárias) neutralizaram a ação da sociedade e tornaram possível a aprovação da lei criminosa. Hoje se teme que o mesmo ocorra em relação ao aborto, cujo histórico de falsas estatísticas já é bem conhecido pelo mundo afora.

Esse aspecto fica ainda mais evidente em uma das conclusões da pesquisa Inaf do IPM, que não consta da reportagem: sob o títuloEscolaridade aumenta, mas resultados garantidos pelos níveis de ensino diminuem, a pesquisa mostra que apesar do tempo de estudo ter aumentado de 2001 até hoje, o número de pessoas que atinge os níveis de alfabetismo básico e alfabetismo pleno se mantiveram praticamente inalterados.

Ou seja: embora a escolaridade venha aumentando nestes últimos anos, a alfabetização não progride.

Um dos quadros da pesquisa mostra inclusive que o índice médio de acertos nas respostas diminui à medida que aumenta a escolaridade. A partir de 4 anos de escolaridade o desempenho dos entrevistados só fez piorar de 2001 para cá.


Em virtude dessas preocupantes noticias e que reacendo minha responsabilidade em apoiar quaisquer atos sérios que possam trazer a lucidez o Governo federal e entidades relacionadas a educação neste pais Vamos acabar com a miséria literária em que se encontra o povo ler e preciso educação e preciso cultura e necessária este pequeno questionamento e de inteira responsabilidade minha e não representa e nem refletem o pensamento das pessoas citadas acima 

Juvenal Sandro Bispo.









Seriedade e amor por este pais são valores que aprendi com um livro nas mãos  ler e um anseio da alma !

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